Teste comparticipado

teste comparticipado

Como funciona a comparticipação de testes?

A comparticipação é limitada a um máximo de 4 testes por mês, cujo preço unitário não pode exceder os 10 euros. A comparticipação não se aplica a utentes com o certificado de vacinação (completa) ou o certificado de recuperação, nem a menores de 12 anos. A medida estará em vigor durante o mês de julho, com a possibilidade de ser renovada.

Por que o teste de diagnóstico não é comparticipado?

O teste de diagnóstico (PCR) e o teste diagnóstico saliva (PCR) não são comparticipados se não apresentar prescrição médica. Nota: Algumas entidades podem exigir termos de responsabilidade ou outros documentos para a comparticipação do teste. Para informações mais detalhadas, deve contactar a sua seguradora antes de realizar o teste.

Quais são as condições para a comparticipação ao uso profissional?

É na portaria 138-B/2021 que encontramos a explicação para algumas das condições desta comparticipação. Além do custo totalmente suportado pelo Estado, cada utente tem direito a um número máximo mensal (mês civil) de 4 TRAg de uso profissional.

Como é feito o pagamento do teste?

O pagamento do teste é efetuado, preferencialmente, no momento da colheita da amostra. Por favor, tenha em consideração que, para muitas aplicações (ex. viagens de avião, atos médicos etc), o resultado do teste pode ter uma validade máxima. Deve por isso marcar o seu teste para uma data que assegure que o mesmo é válido para o fim a que se destina.

A minha seguradora comparticipa o teste? Atualmente o teste de diagnóstico (PCR) à COVID-19 é comparticipado pelas seguintes entidades em contexto de ambulatório: Multicare, PT (Multicare), Advancecare, Allianz, Médis, Montepio, Future Healthcare, Generali, INCM e Seguradoras Internacionais.

Quais são os tipos de comparticipação?

Este regime prevê dois tipos de comparticipação: em função dos beneficiários e em função das patologias ou de grupos especiais de utentes.

Como funciona a comparticipação de medicamentos?

A comparticipação de medicamentos por parte do Estado para os beneficiários do regime especial de comparticipação é de 95%, para o conjunto dos escalões, para os medicamentos cujos preços de venda ao público sejam iguais ou inferiores ao quinto preço mais baixo do grupo homogéneo. 4.

Quais testes são considerados para efeitos de comparticipação?

Entretanto, são considerados para efeitos de comparticipação os testes registados pelas entidades no sistema SINAVElab.

Quem pode beneficiar do regime especial de comparticipação de medicamentos?

Quem é que pode beneficiar do regime especial de comparticipação de medicamentos? Os pensionistas cujo rendimento total anual seja igual ou inferior a catorze vezes a retribuição mínima mensal garantida em vigor no ano civil transato ou 14 vezes o valor do indexante dos apoios sociais em vigor, quando este ultrapassar aquele montante.

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